Te amo!
Te amo com dor, te amo assim, com pronome ante do verbo e no início da frase, pois te amar não é certo.
Te amo como quem ama respirar, por que disso depende pra viver.
Te amo bem humanamente, sem nada de divino ou sobre-natural, te amo egoíticamente e não saberia dizer: "por que te amo te deixo ir"; definitivamente não, te amo como parte de mim. Te amo com dor, com calor, com lágrimas e horror, com drama, sem rimas, doentiamente, superlativamente.
Te amo mais que a mim mesmo, e por isso, DOR.
Te amo, mas não te quero amar, te amo sem controle, sem pudores, de dando meu corpo, minha alma, se tivesse uma, seria tua, como tua é já toda a minha vontade.
Te amo ao desespero.
O pior do amor que sinto por ti e minha consciência do quão fora de controle ele o é. O pior poderia ser a dor de saber não ser correspondido, mas como eu disse, sou louco e grito a insensata bravata do "eu amo por nós dois".
Tu és mina dor, e por isso, meu amor.